A essência da Transcendência é a real natureza da Eternidade!
- Melchizedek Maharaji -

Benefícios do Uso da Ayahuasca

Benefícios do Uso da Ayahuasca

O caminho com a planta de poder é um dos caminhos que conduzem ao aperfeiçoamento humano e sendo assim encerra um conjunto de lições para o bem despertar espiritual.
A ayahuasca, bebida formada pela fervura de um cipó, de energia predominantemente masculina, chamado “Jagube”, e uma folhagem, de energia preponderantemente feminina, chamada “Chacrona” é um acelerador da evolução humana, pois ela faz a conexão da mente com o espírito e mostra de forma clara o caminho a ser seguido: O caminho do Amor.
Assim sendo listamos alguns benefícios trazidos pela ayahuasca.

Benefícios Físicos:
Aguçamento dos sentidos: como visão e audição.
Relaxamento físico facilitando a recuperação de energias que foram gastas durante o dia-dia.
Desintoxicação natural do corpo, através da eliminação de substâncias nocivas.

Benefícios Mentais:
Aumento do controle emocional.
Aumento da concentração necessária as metas e objetivos.
Clareza no discernimento das energias evolutivas.
Facilidade na decodificação de intuições e freqüências.

Benefícios Espirituais:
Abertura dos centros energéticos do corpo, como nadhis e chakras.
Aumento da capacidade de ação energética espiritual.
Facilidade da compreensão de leis dimensionais como o tempo e o espaço.
Presença real do EU SOU estabelecida no aqui e agora.

Esses são alguns dos aspectos relevantes que a utilização da bebida traz.
Outros inúmeros benefícios não abordados que somados a busca espiritual de cada um, conduz e desperta o ser para perfeição ética e moral.

O ritual com ayahuasca é sempre realizado por instituições serias que atendem as exigências da legalidade do país. A Academia para Ciência Transcendental está apta a utilizá-la.

Abaixo um trecho de seu estatuto:
“Art. 6° A Associação tem por finalidade:
A realização de trabalhos de cunho Espiritual, na sede ou em local autorizado pela Academia ou por seu Conselho Espiritual, nos quais se fará o uso sacramental da bebida intitulada “Vinho das Almas”, também conhecida como Ayahuasca ou Yagé, utilizada em suas sessões para efeito de concentração mental, obtida pela decocção das plantas “Jagube” (Banisteriopsis Caapi) e “Chacrona” (Psycotria Viridis). Tem suas origens nos povos indígenas pré-colombianos. É bebida considerada sagrada por várias tribos do território nacional, sendo seu uso ritualístico legalmente autorizado pela CONVENÇÃO INTERNACIONAL DA ONU DE 1971 SOBRE AS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS; Pela LEI FEDERAL Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006; Pelo antigo CONFEN (Conselho Federal de Entorpecentes) com disposição acolhida e reiterada pelo CONAD-GSI (Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República) nos termos de suas atuais RESOLUÇÕES; Este último após o resultado de décadas de estudos e pesquisas científicas nacionais e internacionais, sobre os efeitos do uso da bebida, reiterou que a bebida Ayahuasca e as espécies vegetais que a compõem não são objeto de controle proibitivo internacional; Considerando, por fim, que o uso ritualístico, espiritual e religioso da Ayahuasca, há muito reconhecido como prática legítima se constitui em manifestação cultural indissociável da identidade das populações tradicionais da Amazônia e de parte da população urbana do País, fez aprovar os princípios deontológicos para o uso religioso da Ayahuasca reconhecendo a legitimidade de seu uso restrito em rituais religiosos, e dentre outras recomendações, que as entidades e comunidades que praticam este ATO DE FÉ se regularizar constituindo-se em pessoas jurídicas, relacionando-se entre as mesmas sob a forma institucional, espiritual, religiosa, ou social, em qualquer instância zelando pela ética e pelo respeito mútuo. O CONAD é o órgão normativo do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas – SISNAD e suas decisões deverão ser cumpridas pelos órgãos e entidades da Administração Pública integrantes do Sistema (Artigos 3º, I, IV, 4º, II e 7º, do Decreto 3.696 de 21/12/2000.”

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